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DIÁRIO DE
VIAGEM
| [20] Nuno | 04-12-2003 |
AI, OS MENINOSGǪ !!!
01.Dez.2003 GÇô 9 horas GÇô Aveiro, Rotunda Severim Duarte - Uma decis+úo
do momento e desprovida de qualquer pondera+º+úo levou-nos de Aveiro
ao Caramulo e trouxe-nos do Caramulo para Aveiro numa viagem GǪ para recordar,
quanto mais n+úo seja:
-
Pelas vistas GÇô enquanto sub+¡amos, o dia
soalheiro e a humidade ainda presente real+ºavam os tons da paisagem;
-
Pela neve GÇô que nos +¦ltimos
kmGÇÖs da subida para o Caramulo se ouvia aqui e ali a ressoar nos Schwalbe,
sendo rara no asfalto mas pintalgando de branco a Serra do Caramulo;
-
Pelo gal+úo quentinho GÇô paragem estrat+¬gica
na Vila do Caramulo para reequil+¡brio de for+ºas e tentar
enganar o intenso frio que nos esperava;
-
Pelo Frio GÇô que nos imp+¦s a regra do camionista
(descer na mudan+ºa com que subir+¡amos) na g+¬lida e
tortuosa descida at+¬ Campia;
-
Pela dist+óncia GÇô A suficiente para inviabilizar
a viagem caso fosse conhecida ou levemente ponderada +á partida;
-
Pela companhia GÇô 3 arfadores, tal qual personagens
de Alexandre Dumas;
-
Pela insensatez GÇô a fazer lembrar aquelas aventuras
que punham toda fam+¡lia, vizinhos e outros que n+úo conhec+¡amos
de parte nenhuma em busca dos meninos perdidos (no tempo em que os meninos
n+úo tinham telem+¦vel e a consequ+¬ncia mais marcante
da insensatez era o conforto do chinelo da mam+ú), aqui as personagens
que melhor se adaptariam seriam os simp+íticos e traquinas:
Arfopsiquinho, Arfo@inho e Arfa+¦liquinho.
-
GǪ
Enfim, gostei GǪ
No rescaldo da arfadela
nuno gomes
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| [19] Nuno | 19-09-2003 |
Estrela da Estrela - 2003
Foi no S+íbado passado (13.Set.2003) l+í para as bandas da Serra
da Estrela, em reposta ao convite de Ant+¦nio Malvar e, certamente, como
forma de se redimirem dos pecados do prazer do BTT que 55 pecadores se submeteram
a uma severa autoflagela+º+úo: 132 km, tr+¬s ascens+¦es
ao alto da Serra da Estrela, com 4112 m de acumuladoGǪ
CONSEGUI e s+¦ agora consigo gritar GÇ£Fiiiiz uma Estrela da EstrelaGÇ¥.
Garanto que por umas horas deixei de sentir a tenta+º+úo de arfar.
Foi DUUURO:
A
Estrela da Estrela de perfil
Subida 1: Covilh+ú
GÇô Piornos
Subida 2: Manteigas
GÇô Torre
Subida 3: Seia
- Torre
nuno gomes
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| [18] Nuno | 18-09-2003 |
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Aveiro GÇô Caramulo - Torre
18.Set.2003
Querido di+írio, bem sei que estou em falta, j+í l+í vai um
m+¬s desde a nossa aventura Aveiro GÇô Caramulo - Torre e n+úo
partilhei contigo uma palavra que fosse, mas sabes foi mais um daqueles passeios
ma+ºadores em que nada acontece, em que pass+ímos dois dias sentados
num selim a pedalar, com aqueles cen+írios banais da serra do caramulo
e da serra da estrela, com um tempo perfeitamente incaracter+¡stico, c+¬u
sem nuvens, sem vento, sem chuva, sem calor e sem frio. Como se n+úo bastasse,
ainda algu+¬m teve a ideia de fazer o 1-¦ dia de viagem fora de estrada,
80 km fora de estrada, dos quais 20 com tanta pedra como eu nunca me lembroGǪ,
com t+úo boas estradas para o CaramuloGǪ!!! Mas o segundo dia n+úo
foi melhor, n+úo +¬ que fomos por estradas onde ningu+¬m passa,
anda ali uma pessoa kms e kms sem sentir um carrito a passar por n+¦s.
Se juntarmos a tudo isto a companhia do Miguel, do Ferr+úo e do Valdemar,
bem v+¬s o que passei, nada ajudouGǪ Isto n+úo lembra a ningu+¬mGǪ
Mas enfim, l+í cheg+ímos +á Torre, e a+¡ sim aquilo
+¬ que foi lindo, nunca tinha visto uma coisa assim, tanta garrafita de
pl+ístico junta, +¬ certo que era numa +írea pequena (de 100m
X 100m talvez) mas todinha coberta por garrafitas, dava um efeito lindo lindo
ao Parque Natural da Serra da Estrela. Provavelmente consequ+¬ncias da
Volta a Portugal, que seis dias antes tinha passado por ali...
Dito isto querido di+írio, ser+í conveniente esclarecer aqueles
que n+úo me conhecendo possam ter ficado confusos com este meu desabafo,
passo a esclarecer:
Ligar Aveiro (cota 20m) +á Serra da Estrela (cota 1993m)
passando pelo Caramulo, era mais uma experi+¬ncia que nos proponhamos realizar
e que se mostrou execut+ível, deixando-nos mais uma vez rendidos aos encantos
e prazeres das coisas simples.
15.Ago.2003
GÇô Aveiro Caramulo GÇô 1-¬ etapa da viagem com todos os ingredientes,
menos descidas, est+í claro: Subidas penosas, subidas t+¬cnicas,
muita pedra, GÇ£single tracksGÇ¥, caminhos por desbravar e com tudo
o que a nossa vista alcan+ºava: o mar, a ria de Aveiro, a serra do caramulo
e em segundo plano o objectivo final desta viagem, a Serra da Estrela.
16.Ago.2003
GÇô Caramulo GÇô Torre GÇô Depois do desgaste do 1-¦ dia
at+¬ +á vila do Caramulo havia que descer at+¬ Tondela, subir,
descer at+¬ ao Rio D+úo, subir, voltar descer o vale do Mondego
e dar in+¡cio +á subida daquele monstro cujo dorso avist+ívamos
desde a sa+¡da do Caramulo e que se aproximava a cada pedala. Chega a
ser uma imagem GÇ£assustadoraGÇ¥, que nos imp+¦e respeito e nos
convida a viajar em economia de esfor+ºo. +Ç medida que nos aproximamos
vamo-nos sentindo pequenos e j+í em Seia somos completamente esmagados
pela sua impon+¬ncia.
Damos in+¡cio +á subida que at+¬ ali fazia parte do nosso
imagin+írio e que at+¬ h+í bem pouco tempo apelid+ívamos
de loucos aqueles que a faziam. +ë fant+ístico: a dureza da subida,
ver diminuir a cidade que h+í pouco deix+ímos, ressurgir no horizonte
o desafio ontem superado (o Caramulo), chegar ao Sabugueiro, sentir que ia ser
poss+¡vel, passar pela Lagoa Comprida, registar a impon+¬ncia vista
de cima, ... est+ívamos no ponto mais alto do dorso do gigante, desta
vez ele tinha-nos deixado subir.
::::OBRIGADO ARFADORES::::E::::PARAB+ëNS::::
nuno gomes
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| [17] Nuno | 10-07-2003 |
Pequena "cr+¦nica"
dum Arfador na Supertravessia.
A mais dura prova de btt
realizada na pen+¡nsula Ib+¬rica +¬ tamb+¬m, certamente, uma das provas mais gratificantes
de concluir. A ST +¬ um daqueles raros projectos que n+úo nos deixa dormir nos
longos meses que o antecedem e nos deixam perfeitamente atordoados ap+¦s a sua
concretiza+º+úo, +¬ um sonho que n+úo desvanece ap+¦s realiza+º+úo.
+ë uma experi+¬ncia que recomendo a todos aqueles que gostam muito, muito, muito,
... de fazer BTT, que tenham alguma/muita capacidade de sacrif+¡cio e que tenham
prazer em testar o limite dos seus limites.
Agora, com os objectivos integralmente
alcan+ºados e sobejamente ultrapassados, tudo parece f+ícil, tudo foi gratificante
e plenamente justificado.
As j+í esperadas adversidades foram muitas e os momentos de fraqueza f+¡sica/mental
apareceram com alguma regularidade, principalmente nos primeiros dias de prova.
A come+ºar pela 1-¬ etapa, que muito embora encarada por mim com muita cautela
e muito respeito, a dist+óncia, 4 subidas demolidoras e o intenso calor (m+íx
= 45-¦C : m+¬dia = 33-¦C) fizeram mossa, com as pernas acusarem o cansa+ºo e o pior
foi +á chegada: ao exclamar: "-Foi duro, muito duro...", a voz moralizadora da
experi+¬ncia (Ant+¦nio Malvar) retorquiu: "-...esta +¬ a etapa mais f+ícil da ST".
A 3-¬ etapa, aquela que me pareceu a mais dura desta ST, foi a etapa em que mais
sofri, a mais decisiva na minha presta+º+úo e aquela em que a for+ºa da mente mais
se evidenciou. +Ç semelhan+ºa das 2 etapas anteriores parti para esta etapa num
ritmo lento e deixei fugir todos os companheiros de viagem. A etapa come+ºava
a subir e eu s+¦ pensava nos 25 km a tostar no forno da subida de Barca de Alva a Castelo
Rodrigo. A Gest+úo do esfor+ºo permitiu-me chegar a Castelo Rodrigo
(km 50) muito bem. Nesta altura, pensava eu que as dificuldades estavam ultrapassadas,
agora seriam s+¦ 74 km a rolar at+¬ Alfaiates... Baaah... Errado!!!!. O calor,
o vento quente de sul, o cansa+ºo f+¡sico acumulado e o pedalar sozinho durante
tantos Kms, foram demasiado penosos e comecei a "ouvir algu+¬m" que me dizia:
"- por que +¬ que te metes nestas coisas??? Tu n+úo v+¬s que n+úo tens vida para
isto!!!". Ao Km 97, um erro de navega+º+úo e uma sombra de 7 a 8 pinheiros foram
a gota que fez transbordar o copo e o golpe desferido pelo "homem da marreta"
foi fatal, sentei-me, estendi as pernas, comi frutos secos, pus as m+úos +á cabe+ºa
e pensei: -AI no que eu me fui meter... 2 ou 3 minutos de descanso e vejo ao
longe a cometer o mesmo erro de navega+º+úo o Fernando Carmo, ainda tive for+ºas
para gritar: - N+úo +¬ por a+¡... S+¦ tive tempo de dar por conclu+¡do o pic-nic
e por o CamelBak +ás costas, ora se o grande triatleta tamb+¬m estava em dificuldades
e at+¬ vinha atr+ís de mim havia que aproveitar a "boleia". Fui no seu encal+ºo
e passados 3 kms l+í estava eu na companhia do Fernando, algo se tinha passado
comigo, sentia-me com for+ºa e nos +¦ltimos 24 km imprimi um ritmo bastante intenso
o que permitiu atenuar a dist+óncia para os primeiros da etapa. Sem que ele soubesse
quanto, fiquei em d+¡vida com o FC.
Em Alfaiates, entre a hora de lavagem da roupa e os momentos de descanso que
antecediam o jantar, ponderava se valia a pena, no sofrimento das primeiras
3 etapas e naquele que estava para vir e, ao mesmo tempo, era injectado com
doses "cavalares" de alento: Os momentos +¦nicos do mais puro BTT, o gozo de
acabar cada etapa, o ambiente da fam+¡lia ST, as mensagens dos arfadores, o carinho
das minhas estrelinhas e aquela que mais for+ºa teve e que mais responsabilidades
me incutia, a prenda da In+¬s:
A partir da 4-¬ etapa as temperaturas baixaram ligeiramente, o corpo estava adaptado
+ás exig+¬ncias, estava a encaixar-me bem no andamento do Jorge Almeida e/ou do
Jos+¬ Maria e fui encontrando o meu ritmo de viagem.
Com excep+º+úo da etapa 9 (Monsaraz - Castro Verde) a mais longa etapa de BTT
j+í alguma vez realizada em Portugal (171,24 km), onde voltei a pedalar aproximadamente
140 km apenas com a companhia do vento contra e onde o desalento se fez sentir
nos +¦ltimos 30 Km, n+úo mais senti a presen+ºa do "homem da marreta".
A +¦ltima etapa foi mais uma etapa fant+ística, o pressentir que ia chegar ao
fim camuflou totalmente o cansa+ºo acumulado de 10 dias de viagem e de 1100 km
pedalados, foram 70 km a gozar o m+íximo do BTT, foi uma ARFADELA cont+¡nua e
permanente, com o ponto m+íximo na chegada a Sagres... que satisfa+º+úo, ... que
felicidade..., Apoderou-se de mim uma paz interior inabal+ível, s+¦ explic+ível
e compreendida pelos viajantes da 1-¬ Super Travessia...
No final, no almo+ºo/lanche
de encerramento pairava uma grande confus+úo de odores mas os mais evidentes
eram a satisfa+º+úo, a como+º+úo, a nostalgia e o desejo, ainda inconfess+ível, de
voltar para o ano.
(A
entrega do diploma e o elogio do Ant+¦nio Malvar:
"... quem o viu e quem o v+¬...!)
A toda a fam+¡lia da 1-¬ Supertravessia um grande abra+ºo
de parab+¬ns e o meu muito obrigado pela partilha daquela miscel+ónea de sensa+º+¦es,
pela forma como tudo decorreu e como acolheram este "outsider" Aveirense. Um
abra+ºo especial aos meus mais pr+¦ximos e ass+¡duos companheiros de viagem (Jorge
Almeida e Jos+¬ Maria) que muito me transmitiram da sua vasta experi+¬ncia e que
me "obrigaram" +á busca de novos limites e claro ao Ant+¦nio Malvar, pelas palavras
de incentivo e por pensar, concretizar e colocar +á nossa disposi+º+úo, de forma
t+úo brilhante, esta m+íquina de sofrimento/sonhos.
( SENDIM - Foto parcial
da fam+¡lia ST )
Para o ano h+í mais ! ?
No rescaldo da Arfadela
nuno gomes
A n+úo perder: Artigo com os dados
biom+¬tricos do Nuno Gomes na SuperTravessia
Links da Supertravessia:
Ciclonatur
- Site Oficial da SuperTravessia
Fernando
Carmo e Jorge Almeida
Rui Sousa
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| [16] Nuno | 17-06-2003 |
Arfadores
De esp+¡rito +ívido de aventura e na senda da arfadela, c+í vou eu embarcar para
a super viagem de Rio de Onor a Sagres pelos trilhos do Portugal profundo.
Ansiedade +¬ com certeza o sentimento comum aos 24 companheiros de fortuna. !!!
Vamos p'r+í Supertravessia...!!!.
Aguarda-nos a mais longa e dura prova de BTT j+í realizada na Pen+¡nsula
Ib+¬rica, um arrojado testes aos nossos limites, uma viagem fascinante com
aproximadamente 100 horas de pedalada, uns desafiantes 1200 km, ligeir+¡ssimos
22088 metros de subidas e as amenas temperaturas que nesta altura
caracterizam o interior Transmontano, a Beira Alta, a Beira Baixa e o sempre
refrescante Alentejo.
As Etapas:
 |
| Etp |
Data |
+ìnicio
/ Chegada |
Km |
Subida
(m) |
| 1 |
19.Jun.03 |
Rio
de Onor / Sendim |
104 |
2440 |
| 2 |
20.Jun.03 |
Sendim
/ Freixo |
68 |
1433 |
| 3 |
21.Jun.03 |
Freixo
/ Alfaiates |
127 |
2371 |
| 4 |
22.Jun.03 |
Alfaiates/
Monfortinho |
92 |
1722 |
| 5 |
23.Jun.03 |
Monfortinho
/ Idanha-a-Nova |
71 |
1615 |
| 6 |
24.Jun.03 |
Idanha-a-Nova
/ Castelo de Vide |
125 |
2812 |
| 7 |
25.Jun.03 |
Castelo
de Vide / Campo Maior |
87 |
1418 |
| 8 |
26.Jun.03 |
Campo
Maior / Monsaraz |
130 |
1785 |
| 9 |
27.Jun.03 |
Monsaraz
/ Castro Verde |
173 |
2498 |
| 10 |
28.Jun.03 |
Castro
Verde / Rogil |
119 |
2771 |
| 11 |
29.Jun.03 |
Rogil
/ Sagres |
65 |
1223 |
|
Objectivos:
1-¦ Viajar/Arfar ao longo de 11 dias;
2-¦ Chegar ao fim (e de sa+¦de);
3-¦ Concluir a totalidade das
etapas com o melhor compromisso - rapidez / sofrimento; e
4-¦ "last, but not the least" - Apresentar-me em
condi+º+¦es cicl+íveis no Domingo06.Jul.2003 p/ o passeio de "quintal" c/ os
arfadores.
Estrelas cintilantes: Mesmo depois do sacrif+¡cio que lhes infligi, da mudan+ºa de h+íbitos e das aus+¬ncias em treino
e em esp+¡rito, continuo a ser compreendido e acarinhado nesta "loucura" com o precioso apoio das minhas 3 Estrelinhas que, sempre presentes, me v+úo
fortalecer e ajudar a superar este desafio.
nuno gomes
!!! ... ele h+í "gajos" que se metem em cada uma ... !!!
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| [15] jo+úo | 13-06-2003 |
Ter+ºa-feira, 10 de Junho,
feriado nacional. Um belo dia de sol sem
nortada. As condi+º+¦es ideais para fazer um
percurso ligeiramente diferente do habitual,
menos montanha e mais plan+¡cie. E assim foi.
Os quatro Dukes - ArfoPsico (Valdemar),
Arfa+¦lico (Nuno), ArfoLebre (Miguel) e
Arfo@ (Jo+úo) meteram rodas a caminho.
Sa+¡mos de Aveiro em direc+º+úo +á Praia da
Tocha, sempre junto +á ria, que, aqui, corre
paralela ao cord+úo dunar que separa o mar
dos campos de cultivo. Percorridos
os "Estados Unidos da Gafanha", assim
chamados pela sequ+¬ncia de mais de trinta
quil+¦metros de freguesias que t+¬m em comum
duas coisas: o nome, sempre come+ºado por
Gafanha - Gafanha da Nazar+¬, Gafanha da
Encarna+º+úo, Gafanha da Boa Hora, Gafanha do
Aqu+¬m, Gafanha do Are+úo, etc., etc., - e o
facto de serem locais de forte emigra+º+úo
para as Am+¬ricas, atacamos a estrada, um
pouco de alcatr+úo n+úo faz mal a ningu+¬m, em
direc+º+úo +á Praia de Mira. Aqui, depois da
circunvala+º+úo da Lagoa de Mira, rumamos +á
Praia da Tocha pelo meio do pinhal, que se
estende daqui, em mancha cont+¡nua, at+¬ +á
Nazar+¬, constituindo a maior mancha de Pinho
Bravo da Europa.
Pelo longo caminho de piso degradado e
mantos de areia, tendo como companhia o
chilrear dos p+íssaros e a pureza do ar, e
sempre que a arfante respira+º+úo o permitia,
fomos contando algumas hist+¦rias.
Surpreendeu-nos a do Miguel, pela positiva,
que s+¦ refor+ºou o que j+í sab+¡amos: ser
Arfador +¬ um estilo de vida.
Contou ele que, no passado m+¬s de Maio, no
dia da marinha, aportava uma fragata da
classe Vasco da Gama +ás calmas +íguas do
porto de Aveiro quando toca o seu telem+¦vel.
Era o Tenente Eug+¬nio Mateus, seu velho
conhecido das andan+ºas BTT+¡sticas, que assim
o chamava. Sabendo ele que em Aveiro h+í os
Arfadores, n+úo hesitou em ambarcar, tamb+¬m,
a sua BTT para, assim que os comprimissos
oficiais o permitissem, e logo que lograsse
pisar terra, pudesse dar azo, em terras de
Aveiro, +á sua paix+úo: O BTT.
Segundo contou o Miguel, foi lindo de se
ver, marinheiros experientes, em formatura
no conv+¬s, fazer contin+¬ncia ao Tenente e
sua companheira. Isto no desembarque, porque
no embarque o espect+ículo foi id+¬ntico. N+úo
h+í d+¦vida, o BTT pode muito!
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| [14] jo+úo | 08-06-2003 |
O Ver+úo est+í quase a chegar, as temperaturas andam altas, o chamamento da praia demasiado intenso, os mi+¦dos que n+úo se calam, as m+úes, que durante os frios meses de Inverno preferiam o aconchego dos lares, fazem, agora, coro com eles. Motivos demasiados que justificam a aus+¬ncia de v+írios Arfadores no passeio de hoje pelo quintal.
Agora o que perderam +¬ n+úo v+úo mais ter a oportunidade de ver! Pois +¬..., algo est+í a mudar para os lados do C+¬sar, de tal forma a sua atitude mudou que at+¬ inspirou a veia po+¬tica do Ferr+úo: "se quer rapidez e perfei+º+úo, tenha o Pernalonga sempre +á m+úo".
Espantoso! mas ver+¡dico. O C+¬sar, sem ningu+¬m lhe pedir, foi o primeiro, isso mesmo, o primeiro, a deitar m+úos +á obra na repara+º+úo de um furo na bicicleta do Bacalhau. Haviam de ver, toda a gente +á volta incr+¬dula com o que se estava a passar. Toda a gente comentou que o rapaz estava a mudar, e para melhor!
S+¦ para ver isto valeu a pena "regressar" ao quintal. O ritmo de passeio foi +¦ptimo para quem esteve de "molho" 3 semanas. O pior foi o regresso a Aveiro, via Alquerubim. Eu bem avisei o ArfoSprinter que queria chegar a casa, mas j+í sabem como +¬, apanha-se no alcatr+úo e +¬ v+¬-lo a pedalar. Aqueles "troncos" que mais parecem pernas, para cima e para baixo a um ritmo, bem..., escusado ser+í dizer que para mim foi demais. S+¦ de olhar para ele j+í ficava cansado.
Chegado a casa l+í me esperava o meu grande amigo Sof+í. Foi a tarde toda.
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| [13] Nuno | 28-05-2003 |
Travessia de Portugal em BTT 2003 com a digna representa+º+úo de um Arfador.
+ë o Valdemar na senda da arfadela.
VALDEMAR!!
Aproveita o m+íximo, interioriza o esp+¡rito, s+úo 5 dias em que s+¦ existe: a boa disposi+º+úo do grupo; TU; o trilho; e o que a vista alcan+ºa.
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| [12] Nuno | 15-05-2003 |
2-¬ Maratona BTT 100 km PTG GÇô
10.Mai.2003
CONSEGUIMOS! Estivemos em Portalegre.
Cheg+ímos, Arf+ímos e Conclu+¡mos aquele que
foi, at+¬ ao momento, o nosso mais duro
desafio.
Objectivos Propostos- medidos pelo
Indice de Realiza+º+úo (IR):
1 - Obter o m+íximo prazer na arfadela: IR =
valor n+úo quantific+ível oo%
2 - Arfar: IR = 150%
3 - Concluir os 100 Km PTG no tempo
determinado (10:00): IR = 100%
5 - Classifica+º+úo entre os 100 primeiros:
IR= 0% (objectivo adiado para a 3-¬ Maratona
PTG)
Factos comprovados:
1 - A brilhante organiza+º+úo dos Ases
do Pedal, desde o levantamento da
documenta+º+úo +á espectacular sopa de ca+º+úo,
tudo correu impecavelmente, sem reparos.
Est+úo de parab+¬ns todos aqueles que
integraram essa magn+¡fica equipa.
2 - Considerando a dimens+úo de Portugal, a
2-¬ Maratona BTT GÇô 100 Km PTG foi,
provavelmente, a maior concentra+º+úo de
BTTistas da Europa.
3 - A falta de civismo de alguns
pseudo-Bttistas, aqueles que conspurcaram
a GÇ£casaGÇ¥ que n+úo +¬ deles.
Por quanto tempo teremos que conviver com
essa esp+¬cie de gente?!
4 - A vontade de voltar GÇô dia
08.Mai.2004 l+í estaremos!!
Os ArfoHer+¦is:
1 - Pedro Costa -> 90 Kms com o quadro
partido e a " traseira " a dan+ºar de um lado
para o outro ... +ë O ESP+ìRITO DO BTT;
2 - Paulo (ArfoM+írtir) -> pelo esp+¡rito de
sacrif+¡cio revelado nos +¦ltimos 80 Km GÇô
Temos ARFADOR!!
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| [11] m+írio | 10-03-2003 |
SERRA DA FREITA - 09/03/03
Como estava lindo o dia! Foi uma pena que s+¦ cinco arfadores se tivessem feito +á estrada +ás 8,15h e deslocado at+¬ ao alto da serra, Sr-¬ da Laje, para mais um fant+ístico passeio. Foram s+¦ 25 Km mas num percurso diferente do habitual,visit+ímos as aldeias de Carvalheda (ap+¦s uma longa e empedrada descida!), P+¦voa de Ch+¦es e Ribeira, esta +¦ltima num enquadramento natural magn+¡fico que surpreendeu os arfadores. Depois fizemos bem a subida do dia (1,5 km em 15/20 min)at+¬ ao miradouro da Frecha da Mizarela. Seguimos por Caba+ºos e por uns trilhos de p+¬ posto, passamos para o outro lado..Castanheira e as pedras parideiras!A+¡, dois companheiros retiraram-se (Ferr+úo e Mariano) dado o adiantar das horas. Ainda tivemos pernas para subir ao alto do pico do gralheiro, apreciando o magn+¡fico horizonte e seguimos pelo empedrado da portela da anta na direc+º+úo de Albergaria da Serra. Sa+¡mos pelo trilho habital, demos a volta ao cabe+ºo a oeste do marco S. Pedro Velho e cheg+ímos aos carrros "de apoio" reltivamente cedo (12,30h), perfeitamente a tempo de uma conversa e de umas bolachinhas! Enfim, mais uma face da serra que ficou conhecida e mais um belo passeio realizado! ARFEM
|
| [10] Jo+úo | 04-03-2003 |
Depois de um banho
retemperador, um cozido +á boa maneira
Portuguesa, a +¬poca assim o imp+¦e, s+¦ agora
+¬ que arranjei for+ºas para me levantar do
sof+í e utilizar algumas das partes do corpo
que menos me doem para escrever algumas
linhas, os dedos.
Hoje +¬ dia de Carnaval e a sa+¡da, tal como o
dia, mais pareceu um carnaval. S+¦ tr+¬s
Arfadores corresponderam +á chamada: Ferr+úo,
Nuno e Jo+úo. Os outros, bem..., ainda devem
estar a carpir as m+ígoas e a curar as
mazelas de Domingo passado, salvo, +¬ +¦bvio,
raras e honrosas excep+º+¦es, n+úo +¬ assim
Valdemar? Essa tua vida profissional d+í cabo
de ti!
Sa+¡mos de Aveiro, passamos por Albergaria,
descemos a Sernada e subimos at+¬ Lagoa. Isso
mesmo! S+¦ foram 96 Km (!) feitos em cinco
horas e meia, metade deles a subir at+¬
Lagoa. Isto foi coisa do Ferr+úo, como j+í
devem ter percebido! O Nuno s+¦ dizia: -
"Temos de fazer isto mais vezes para nos
prepararmos para Portalegre"! N+úo liguem, o
rapaz anda passado. Mas n+úo se ficou por
aqui. N+úo contente com a louca descida de
Lagoa at+¬ +á zona Industrial de Cedrim, s+¦
curvas e contra-curvas, felizmente n+úo
passou nenhum carro, ainda se arvora a
comentar: - "S+¦ demos 63 km/h"! Nenhuma das
curvas foi feita pela m+úo, a estrada era
estreita demais para curvar +áquela
velocidade, mas mesmo assim o rapaz ainda
achou que andou pouco.
J+í estou cansado outra vez. Vou regressar ao
sof+í que l+í +¬ que estou bem!
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| [9] Nuno | 03-03-2003 |
PEDIDO DE DESCULPAS +ÇS
FAM+ìLIAS DOS ARFADORES Sernada, 2.Mar.2003 GÇô
Partida: 9:00 GÇô hora prevista de chegada
12:00. - ... 14:00 horas GÇô Algures no meio
monte, come+ºava a levantar-se uma ligeira
brisa que tresandava a: maxilares tensos,
punhos cerrados, olhares faiscantes e a uma
enorme vontade de amaldi+ºoar ... . A brisa
sentiu-se mas desvaneceu-se sem qualquer
tipo de exterioriza+º+úo, pensa-se que em
virtude da sua (deles) elevad+¡ssima
educa+º+úo, muito embora, uma corrente de
opini+úo, na qual eu n+úo acredito, defenda
que o ArfoGuia da semana tenha sido salvo
pelo GÇ£deplor+ívelGÇ¥ estado f+¡sico em que se
encontravam os arfadores. Um ligeir+¡ssimo
engano, devido ao corte de alguns pontos de
refer+¬ncia e +ás profundas altera+º+¦es do
terreno provocadas por um rigoros+¡ssimo
inverno, deu azo a 90 minutos de r+ípidas e
t+¬cnicas descidas que nos encheram a alma.
Tal era a sua espectacularidade que cada uma
delas foi de imediato percorrida no sentido
inverso, admirando-a calmamente e aferindo
cuidadosamente o estado do trilho. S+¦ assim
se absorve toda a ess+¬ncia de uma grande
descida (na perspectiva do arfador )... ...
ap+¦s o normal per+¡odo de recupera+º+úo f+¡sica,
salvaguardado o pedido de desculpas +áqueles
que, sem gozarem directamente estas
aventuras, esperam sem desesperar, poder-se-
ia colocar a quest+úo: - N+úo haver+í algum
m+¬rito do ArfoGuia em conseguir que o grupo
pedalasse por trilhos t+úo exigentes durante
5 horas e trinta minutos??? Certamente
haver+í, sen+úo a chuva n+úo teria aben+ºoado a
parte final do passeio, como que a indicar o
caminho de regresso ... - Digam l+í que n+úo
foi um magn+¡fico treino; - Algu+¬m tem a
coragem e/ou a ousadia de escrever que n+úo
se respeitou integralmente a esp+¡rito do
BTT GÇô ARFAR; - Algu+¬m tem a ousadia de
escrever que n+úo foi bom passar o pequeno
resto de tarde no sof+í a identificar
m+¦sculos nunca dantes descobertos.
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| [8] Jo+úo | 03-03-2003 |
Sernada do Vouga, mas que
duro desta vez! A multiplicidade de
percursos alternativos n+úo tem fim! Apesar
de ser o "quintal" c+í do burgo, n+úo p+íra de
surpreender. Quem sobrevive a um dia como
este est+í pronto para enfrentar qualquer
desafio. Mais de cinco horas em cima da
bicicleta, provis+¦es esgotadas, alguns quase
desfalecimentos, muito por culpa da
impetuosidade t+úo pr+¦pria de alguma
juventude, subidas looongas, muita, muita
lama, chuva.... Como se isso n+úo bastasse,
ou ainda fosse pouco, algu+¬m se lembrou de
decorar o bolo! E l+í se foram quase duas
horas, completamente perdidos no meio da
serra, +á procura de um trilho que se
recusava, e recusou, a aparecer! N+úo
restando outra alternativa, j+í se viam as
caras bem amarelas de alguns desfalecidos,
mais por fome que por outra coisa, l+í
tivemos de retomar o mesmo caminho em
sentido inverso, s+¦ que agora a subir, e que
longa era a subida, mais custosa ainda por
causa do piso escorregadio! +ë assim o xisto
molhado. Algu+¬m se passou quando decidiu
enveredar por caminhos que dizia conhecer,
mas que a praxis demonstrou n+úo ser verdade.
Mas n+úo s+úo estes imprevistos que moldam o
car+ícter do Arfador? Claro que sim. Venham
mais sa+¡das destas que estaremos prontos
para as enfrentar, nem que seja sempre a
Arfar.
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| [7] Nuno | 20-01-2003 |
Sernada, 19.Jan.2003 -
Enquanto uns pedalavam num cen+írio
de GÇ£quatro paredes pintadas e um cheirinho
a ... GÇ¥, outros avan+ºavam destemidos contra
a chuva, frio, vento, pedra, muito declive,
lama, muita lama, muit+¡ssima lama e rios por
cima de pontes. Superadas as adversidades e
hostilidades, ap+¦s 50 km de esfor+ºo e
sofrimento que o prazer justificou
plenamente, restaram 2 resistentes e, claro
est+í, s+¦ podia haver um vencedor: O ESP+ìRITO
DO BTT GÇô ARFAR. Em Aveiro, pelo fim da
tarde, os ventos vindos de Sernada ressoavam
as vozes do f+¡sico: GÇ£ AI, AIIII QUE ESTOU
T+âO MALLLGÇ¥ e as vozes do esp+¡rito: GÇ¥AIIIII
QUEEE ME FEZ T+âO BEEEEEEMMMMMMMGÇ¥
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| [6] Jo+úo | 14-01-2003 |
Que espect+ículo!!! Neve,
gelo, frio de rachar, +ígua, vento, rochas,
lama..., um nunca mais acabar de
dificuldades, mas que acabaram por
transformar esta sa+¡da numa sa+¡da
inesquec+¡vel. S+¦ as quedas no gelo,
violentas, foram dolorosas! Para l+í
voltar, r+ípido, enquanto ainda h+í neve.
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| [5] Jo+úo | 09-01-2003 |
Estive a falar com o
mui respeitado arfador Ferr+úo e ele
transmitiu-me que estava muito triste, pois
tinha sido acometido por uma s+¦bita e
estranha enfermidade que o deixou
completamente derreado durante todo o fim de
semana. O seu estado de tristeza adveio do
facto de ningu+¬m lhe ter ligado, de ningu+¬m
lhe ter feito um simples telefonemazinho,
quando, disse ele, foram os arfadores que
lhe provocaram a doen+ºa. Ent+úo, permitiram-
se eles, os Arfadores, ligarem-lhe a dizer
que iam fazer BTT para Sernada, no domingo +á
tarde, quando de manh+ú, lhe tinham dito que
n+úo iam e, afinal, sempre se dispuseram a ir
quando ele j+í n+úo podia! +ë +¦bvio que, depois
disso, ele s+¦ poderia cair num estado:
DOENTE! E ainda por cima, ningu+¬m lhe liga a
confort+í-lo, a demonstrar a solidariedade e
o apoio que se exigem para um doente.
Simplesmente..., INADMISS+ìVEL!!!
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| [4] Jo+úo | 05-01-2003 |
ARFAR - O Esp+¡rito do BTT. Mas afinal de contas o que significa isto, o esp+¡rito do BTT? Simplesmente o que se passou hoje! Estava eu descansado em casa, a preparar-me para uma valente "tardada" de sof+í quando..., eis que, +ás 13 e pico horas, o telefone toca. Era o Valdemar a perguntar: - queres ir andar para Sernada +ás 14:30? Qu+¬?!, foi o que me ocorreu responder, t+úo inveros+¡mil me pareceu a proposta. Mas era a s+¬rio. Ainda retorqui: - e o almo+ºo? ainda n+úo comi! Comes pouco, foi a resposta. Perante tanta determina+º+úo n+úo tive outra hip+¦tese que n+úo fosse alinhar. E assim, +ás 14:30, l+í compareceram em Sernada os valentes arfadores Valdemar, Nuno, Jo+úo, o Edu e, surpresa, a esposa, ah..., e o C+¬sar! Pelos visto foi ele quem desencadeou tudo (!!!).
Bem, a chuva era mais que muita, at+¬ trovoada meteu, a +ígua no trilho para o Bra+ºal teimava em tomar conta da mais pequena nesga de terreno, a lama..., nem se fala. Completamente ensopados, fomos at+¬ +á queda de +ígua da Cabreia. Que espect+ículo, ainda mais impressionante que a semana passada. S+¦ por isto valeu a pena perder a tardada de sof+í e enfrentar a intemp+¬rie que tudo fez para desistirmos. Mas n+úo conseguiu. Venham mais sa+¡das destas!
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| [3] c+¬sar | 02-01-2003 |
Parece que o passeio do ultimo fim de semana do ano foi atribulado, partimos perto de 25 chegamos juntos ao fim cerca de 10 (uma boa m+¬dia).
Bem mas parece que se deve repetir o passeio para ver se desta vez o grupo fica mais coeso.
Est+í combinado Domingo 9 da manh+ú na esta+º+úo de Sernada do Vouga .
Para os mais debilitados existe uma proposta de umas voltinhas a meio da semana.
Primeira tentativa sexta-feira dia 3 de Janeiro as 20 horas na loja do PernaLonga para uma uma voltinha de cerca de uma hora.
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| [2] M+írio | 02-01-2003 |
E no primeiro dia de 2003, l+í pelas 10,30h eis que 3 ARFADORES (os restantes ficaram a cur+í-la...?) se fizeram +á estrada e, montados nas dign+¡ssimas btts, rumaram +á Praia da Barra para o tradicional banho de Ano Novo - para que conste: Ferr+úo, M+írio e Valdemar. Esperava-nos mais um dign+¡ssimo arfador (demorou s+¦ meia hora para nos encontrar, mas +¬ compreens+¡vel... elas n+úo matam mas moem ;))...n+úo +¬; Jo+úo?!.
Os outros v+úo roer-se de inveja por n+úo terem apanhado com aquela chuva miudinha na cara, por n+úo terem transpirado champagne e outras iguarias
alco+¦licas ingeridas h+á poucas horas atr+ís, abrindo assim o apetite para uma .."vitelinha assada no forno"... e uma tarde de sof+í valente (com os olhos mais fechados que abertos!) AH, +¬ verdade... o banho no Atl+óntico foi s+¦ para os outros, cheg+ímos atrasados ao banho colectivo! e n+úo quer+¡amos estar a armar-nos em fortes..., ali sob o olhar de centenas de pessoas que passeavam no pared+úo, tirar a roupa...etc! N+úo, essa forma de estar n+úo +¬ connosco! Pedalar e dar +á lingua, est+í bem!
BOM ANO PARA TODOS! VIVA OS ARFADORES!
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| [1] Jo+úo | 02-01-2003 |
Nova funcionalidade j+í dispon+¡vel. Agora j+í podem proceder +á altera+º+úo dos vossos dadods pessoais "on-line". Para isso basta aceder +á p+ígina "Alterar Dados Pessoais. Arfem!
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