 |
|
 |
| |
DIÁRIO DE
VIAGEM
| [7] nuno | 11-08-2004 |
Decorreu ontem, Dom.07/11/2004, a 31-¬ etapa da estafeta.
Com o merc+¦rio a marcar os 5-¦C, arranc+ímos das Termas de
S. Pedro do Sul, +ás 8h:30m, nas viaturas que nos levaram ao alto do Caramulinho.
As bicicletas partiram um pouco mais cedo, devidamente acondicionadas, nas carrinhas
gentilmente cedidas pela VULCANO e pela PENS+âO
DAVID.
Com algum vento e frio, mas com uma paisagem fant+ística e prometedora,
demos in+¡cio +á viagem pelas 9h:30m no alto do Caramulinho e cheg+ímos
+ás Termas de S. Pedro do Sul pelas 18h:15m, depois de 102Km, de um duro
desn+¡vel acumulado acima dos 2000m e da miss+úo cumprida (entrega
do testemunho em Ch+ús).
O testemunho foi entregue ao Victor Oliveira, em Ch+ús, +á cota
1120m, pelas 17h:00.
31-¬ Etapa da Estafet@ GÇô Caramulinho - Ch+ús
Percurso: Caramulinho; Varziela; Mogueir+úes; Vouzela;
Serrazes; Coelheira; Ch+ús
Dist+óncia: 102 Km
Objectivo: Entrega do testemunho ao Vitor Oliveira em Ch+ús.
O percurso pode-se caracterizar em 5 fases:
Fase 1 - Caramulinho GÇô Mogueir+úes:
percurso sobre linha de cumeada da Serra do Caramulo, um desce e sobe entre
as cotas 1000 e 850m, com partes de estrad+¦es, caminhos de gado e alguns
trilhos de muita pedra e tecnicamente demolidores, em que por vezes a seguran+ºa
e poupan+ºa de esfor+ºos obrigaram viajar a p+¬.
Fase 2 - Mogueir+úes GÇô Vouzela:
Primeiro com descidas t+¬cnicas ainda com muita pedra, depois oscilando
entre o piso rolante e carreiros (alguns deles de dif+¡cil progress+úo),
chegando a Vouzela pela antiga linha de caminho de ferro e com o mapa do percurso
bem gravado nas pernas a bico de tojo, silvas e afins.
Fase 3 - Vouzela GÇô Coelheira:
Come+ºou com uma descida em asfalto at+¬ passarmos o Rio Vouga (+á
cota 180m), ap+¦s o qual come+º+ímos verdadeiramente a subir,
primeiro sem dificuldades t+¬cnicas, predominando o asfalto e estrad+¦es,
depois, GǪ depois foi uma durezaGǪ.
Para chegarmos +á Coelheira atac+ímos a Serra da Arada via Serrazes.
Ap+¦s o parque de merendas de Pis+úo, a subida do dia foi longa
e alternou o tecnicamente sofr+¡vel com o GÇ£imposs+¡velGÇ¥,
algumas GÇ£craterasGÇ¥ escavadas pela +ígua foram dificilmente
transpostas a p+¬.
Fase 4 GÇô Coelheira - Ch+ús
Esta fase, com cerca de 5km, alternou o piso razo+ível com muita pedra
solta, foi uma aut+¬ntica GÇ£escaladaGÇ¥ ao marco geod+¬sico
de Ch+ús GÇô 1120m.
L+í em cima as vistas s+úo arrebatadoras, +¬ um terra+ºo
com vistas para a ria de Aveiro, para o mar e para as Serras do Arestal, Freita,
Montemuro, Caramulo, EstrelaGǪ
Fase 5 GÇô Ch+ús - Termas
Descemos em trilho t+¬cnico +ás Minas de ch+ús e depois at+¬
ao asfalto que, em 35 km, nos levou a Manhouce, St-¬ Cruz da Trape, Serrazes
e Termas de S.Pedro do Sul.
Avarias:
4 Furos e n+úo se registaram avarias. 3 dos furos eram lentos e n+úo
implicaram perdas de tempo, a opera+º+úo desmontagem/montagem foi
efectuada aproveitando a paragem para reabastecimento em Vouzela.
Not+ível numa etapa com estas caracter+¡sticas.
Paragens:
Uma paragem em Vouzela ao Km 42 para provar os magn+¡ficos pasteis e reabastecimento.
Nas Termas de S. Pedro do Sul, a GÇ£baseGÇ¥ desta miss+úo, fic+ímos
alojados na Pens+úo David e no final da etapa fomos fantasticamente tratados
com a +ígua termal dos Balne+írios Rainha D. Am+¬lia, com
direito: a banho; piscina; hidromassagem; duche de vichy (massagem); duche de
jacto. Uma cortesia da C+ómara Municipal de S. Pedro do Sul que depois
de um dia de a pedalar de sol a sol nos deixa incapazes de expressar os nossos
agradecimentos.
Um destaque muito forte para o grupo de amigos que aceitou o desafio.
As caracter+¡sticas da etapa e um grupo t+úo numeroso tornavam +á
partida o objectivo demasiado ambicioso, GǪ
...COM ESTE GRUPO FOI POSS+ìVEL!!!
Os 31 fant+ísticos companheiros de viagem:
Alvaro Rocha; Cl+íudio Nogueira; Cristov+úo Mesquita; Daniel Martins;
David Homem; Fernando Carmo; Gustavo Cap+úo; Jo+úo Ferr+úo;
Jo+úo Garcia; Jo+úo Maia; Jo+úo Pedro; Jo+úo Ribeiro;
Jos+¬ Lu+¡s Carvalho; Jos+¬ M.D. Cunha; Jos+¬ P. Abreu;
Manuel Rebelo; M+írio Fernandes; Miguel; Nuno Jalles; Nuno Gomes; Pedro
Costa; Pedro Rold+úo; Pedro Soares; Ricardo Gomes; Rui Almeida; Rui Sousa;
S+¬rgio Nunes; Valdemar Oliveira; Vasco Sousa; Victor Ara+¦jo; Vitor
Oliveira.
Nuno Gomes
|
| [6] Nuno | 09-06-2004 |
2-¬ Super-Travessia Garmin
Depois da participa+º+úo na Super Travessia
de 2003, que superou largamente todos os sonhos e GÇ£pesadelosGÇ¥ que
a antecederam, tive nova reca+¡da GǪ e l+í estarei na senda
da arfadela na Super Travessia Garmin 2004.
Com o apoio:Companhia
de Fitness - Aveiro Health Club
Na mais dura e longa ultra
maratona em BTT da Pen+¡nsula Ib+¬rica
De 24 Junho a 4 de Julho
De Bragan+ºa a Sagres GÇô em 11 dias
1200 km GÇô 22400 metros de acumulado de subida
Por caminhos florestais, cal+ºadas romanas e medievais, estrad+¦es,
single tracks +á beira de fal+¬sias, GǪ
Recorrendo +á orienta+º+úo por GPS
Competi+º+úo em autonomia total
Dist+óncia m+¬dia di+íria superior a 100km (6 horas a pedalar)
...
| Alguns lugares de passagem e pernoita:
|
Bragan+ºa,
Quintanilha, Vimioso, Ca+ºarelhos, Sendim,
Urr+¦s, Vilarinho de Galegos, Mazouco, Freixo
Espada +á Cinta, Poiares, Barca DGÇÖ+ülva, Castelo
Rodrigo, Almeida, Vilar Formoso, Alfaiates,
Foios, Termas de Monfortinho, Monsanto,
Idanha-a-Velha, Idanha-a-Nova, Ladoeiro,
Lentiscais, Vila Velha de R+¦d+úo, Castelo
de Vide, Marv+úo, Campo Maior,
Degolados, S.Vicente, Montes Juntos, Monsaraz,
Mour+úo, Pias, Cabe+ºa Gorda, Entradas, Castro
Verde, Garv+úo, Santa Clara, Carapeto, Rogil,
Aljezur, Monte Novo, Carrapateira, Sagres.
|
_____________________
| As
grandes subidas: |
3-¬
Etp - Freixo/Alfaiates -
(Barca
D'alva/Castelo Rodrigo-21,5 Km c/ desn+¡vel ac.de 3,8%)
10-¬
Etp - Castro Verde/Rogil) -
(Espinha+ºo
de C+úo-4,77 Km c/ desn+¡vel acum. de 7,6%)
5-¬ Etp - Monfortinho/Ladoeiro) - (Monsanto-1,39
Km c/ desn+¡vel acum. de 10,7%)
7-¬ Etp - Castelo Vide/Campo Maior) -
(S.Mamede-3,94
Km - 6,8%) -
(Marv+úo-4,33 Km - 5,7%)
|
| Etapas
mais dif+¡ceis: |
3-¬
Etp - Freixo/Alfaiates (dist+óncia, acumulado de subida, calor, vento,
solid+úo)
9-¬ Etp - Monsaraz/Castro Verde (dist+óncia, solid+úo, sobe e desce constante,
vento)
1-¬ Etp - Rio de Onor/Sendim (calor, acumulado de subida, desconhecimento
das pr+¦prias capacidades e dos restantes participantes, adapta+º+úo f+¡sica)
|
| As
mais bonitas: |
4-¬
Etp - Alfaiates/Monfortinho (isolamento total, paisagens fabulosas da
Malcata)
11-¬ Etp - Rogil/Sagres (De volta +á beira mar)
2-¬ Etp - Sendim/Freixo (As esplanadas sobre o Douro) |
| As
mais t+¬cnicas: |
7-¬
Etp - Castelo de Vide / Campo Maior (Descidas de rabo no pneu, single
tracks, descidas e subidas em cal+ºadas medievais,...)
11-¬ Etp - Rogil/Sagres (as subidas e descidas das fal+¬sias Vicentinas)
5-¬ Etp - Monfortinho/Ladoeiro (pr+¬ e p+¦s Monsanto)
2-¬ Etp - Sendim/Freixo (Algumas subidas e descidas e a divers+úo nas
lajes de granito) |
Na senda da Arfadela
nuno gomes
|
| [5] Nuno | 23-02-2004 |
N+úo sei o que vos diga!
Dom.22.02.2004, foi um dia que permanecer+í, certamente, na
mem+¦ria dos arfadores.
(GǪ por volta das 5:30 j+í eu pedalava com grande dificuldade,
tinha sa+¡do de Vieira de Leiria e pagava muito caro a op+º+úo
de levar aquela antiga bicicleta GÇ£desdobr+ívelGÇ¥, com aquele
selim de molas t+úo largo e t+úo alto... +ás 7:30, quando
as campainhas tocaram, j+í eu estava a chegar a Santar+¬mGǪ
A meio da tarde j+í estava novamente em franca actividade, quando sou
interrompido: GÇ£-GǪ n+úo ouves o telem+¦vel GǪ
- +¬ o Ferr+úoGǪGÇ¥ Abrando o ritmo e come+ºo a
ouvir razoavelmente: GÇ£J+í viste o Caramulo? GǪ est+í
branquinho! GǪ vai ver est+í um espect+ículo!... n+úo
era impress+úo nossa estava mesmo frio...GÇ¥)
Entre aquelas duas viagens tive um sonho a cores ou seria um pesadelo?
:
Era mais uma banal volta no quintal com sa+¡da de Aveiro +ás 8:00,
ia ter com os arfadores e passar por Serenada +ás 9:00 para completar
a companhia. Depois era s+¦ subir at+¬ ao GÇ£alto da IP5GÇ¥,
l+í chegando , o arfador que h+í em n+¦s estaria amansado,
voltar+¡amos para casa satisfeitos por mais uma grande pedalada. GǪ
Eis sen+úo quando, o arfoguia se lembrou de inventar. Tinha umas luvas
novas GÇ£windstopGÇ¥ e ningu+¬m o parava.... Mandou vir o vento,
a chuva e aumentar o frio, e l+í fomos a subir at+¬ Talhadas.
Quando j+í desc+¡amos para Seixo tivemos a primeira amostra do
que nos estaria reservado. A chuva ca+¡a copiosamente, os cal+ºos
recusavam-se a trabalhar naquelas condi+º+¦es adversas, as canelas
acusavam temperaturas negativas. Chegados a Seixo, depois de descer uns +¡ngremes
2 km, somos confrontados com a conversa do costume vinda debaixo de um guarda-chuva:
-GǪ +¦h amigos por a+¡ n+úo h+í sa+¡daGǪ
aquele caminho vai dar ao rioGǪ o outro acaba logo aliGǪ ides para
onde? GǪPara AVEIRO!! (sorrisos incr+¬dulos e sem coment+írios).
Derrotados e apenas convencidos por que o temporal assim o aconselhava, volt+ímos
para tr+ís para atacar a estrada que desceria at+¬ +ügueda.
Que tormenta: Chuva impiedosa, vento q.b., po+ºas de +ígua reg+¬lidas
e um frio altamente penetrante fizeram de n+¦s os mais comentados transeuntes
do asfalto. O que nos ter+úo chamado?GǪ
Chegado ao doce lar do 1-¦ afortunado, imp+¦s-se uma paragem estrat+¬gica
e recuperadora, que serviu, tamb+¬m, para confirmar o estado deplor+ível
dos arfadores e cujo expoente m+íximo desse estado foi demonstrado pela estupefac+º+úo de quem nos olhava,
pelas tremuras da GÇ£ch+ívena de ch+íGÇ¥, pelas po+ºas
de +ígua/suor denunciando a nossa presen+ºa e pelos guinchos aflitivos
de um telem+¦vel que deu por ali encerradas as suas comunica+º+¦es.
O momento mais aguardado deste sonho, o retemperador banho quentinho, revelou-se
a +¦ltima tortura, a +ígua t+¬pida fazia doer as m+úos,
os p+¬s e tudo o maisGǪ
+ë por estas e por tudo que os arfadores revelam um estado de esp+¡rito
que eu gosto particularmente.
No rescaldo da reg+¬lida arfadela
nuno gomes
|
| [4] m+írio | 17-02-2004 |
"O alto da SERRA DA ARADA"
A Serra da Arada faz parte do Maci+ºo da Gralheira! Para mim, uma das serras mais genu+¡nas de Portugal! Posso explicar porqu+¬ mas... Descubram no livro de M+írio de Ara+¦jo Ribeiro "O Maci+ºo da Gralheira"! H+í de tudo nesse maci+ºo... embora j+í se comece a assistir +á "chegada dos turistas", por estradas entretanto abertas para quebrar o isolamento das popula+º+¦es! Mas adiante....
7:45 - Como sempre uns atrasados, mas dentro do hor+írio "previsto"!
9:00 - S.Pedro do Sul- quase ningu+¬m nas ruas desta bel+¡ssima terra de termas e um frio suport+ível;
9:25 - 4 ARFADORES, 1 "ESTAGI+üRIO" (sim, porque isto de ser Arfador n+úo +¬ s+¦ pedalar como deve ser :)) e o Homem da terra e nosso guia - Obrigado David - ao todo 6 bttistas prontos para o melhor...
9:30 - come+ºa o "aquecimento" com aquelas subidas em alcatr+úo at+¬ sairmos das Termas e alcan+ºarmos uma zona mais.... a subir! Exacto, porque foi disso que se tratou nas seguintes 2:30h, que foram quase sempre a subir !!! E que subida a +¦ltima at+¬ Arada, no topo da serra... e que frio!!
11:30 - Coelheira - Mais uma aldeia t+¡pica e "distante" a partir qual inici+ímos a nossa longa e estonteante descida!! Primeiro, por um trilho degradado e pedregoso, motivo de dois ou tr+¬s tombos sem gravidade, depois um estrad+úo largo (futuro asfalto!!) a pedir "speed" e...meu Deus, se me espalho... A seguir, alcatr+úo! Bem, tanta curva e contra curva num asfalto bom que de tanto curvar e travar, deu para chegarmos cansados mas a sorrir plenos de satisfa+º+úo por ter realizado mais um passeio digno de Arfadores!!!
12:45 - P+ítio da Pens+úo David - Que del+¡cia aquelas chouri+ºas!! Bem haja a tua Av+¦, David! Fruta, +ígua, p+úo e uns folhados de carne pequenos, ... Um final em grande, tal como o percurso que realiz+ímos
Gostaram? Para a pr+¦xima venham connosco, porque para al+¬m do sofrimento e da dureza dos nossos passeios, de certeza, que v+úo descobrir mais um recanto bonito do nosso "Portugal desconhecido", com uma companhia alegre e um "mimo" gastr+¦nomico no final! Obrigado David!
E n+¦s, Arfadores, para a pr+¦xima l+í estaremos mais uma vez!
|
| [3] jo+úo | 16-02-2004 |
Sete da manh+ú. Hora madrugadora que indiciava, j+í, o que se viria a passar. O desafio chamava-se Serra da Arada. Acedendo ao convite de um jovem companheiro de S. Pedro do Sul, cedo partimos para esta bel+¡ssima localidade, para, a partir daqui, atacarmos as alturas da Serra.
O desafio j+í se sabia dif+¡cil, mas nada fazia prever o quanto mais dif+¡cil ele se tornaria. Os primeiros quil+¦metros foram de f+ícil e apraz+¡vel deleite. Percorrendo antigos caminhos rasgados nas encostas da Serra, ainda atapetados por castanho manto de folhas outonais, o esfor+ºo, ainda ligeiro, era praticamente impercept+¡vel face +á beleza da paisagem. Faziamos parte dela, e a Serra, imp+¦dica,a cada curva do trilho, a cada clareira da vegeta+º+úo, fazia quest+úo de se revelar em despretensiosa e natural ostenta+º+úo.
Com a altitude, os frondosos bosques de carvalhos deram lugar +á vegeta+º+úo arbustiva. A agrura do clima a mais n+úo permite. As cicatrizes profundamente rasgadas nos trilhos demonstravam-no! A aproxima+º+úo ao topo era cada vez mais dif+¡cil. Pedalar era tarefa imposs+¡vel. Todo o avan+ºo conseguido, cada metro vencido, foi-o +á custa de passadas +ígeis, saltando de pedra em pedra, e carregando +ás costas o que era pressuposto que nos carregasse a n+¦s.
O cansa+ºo foi muito, a fadiga imensa, mas a satisfa+º+úo... incomensur+ível!
Um percurso digno de Arfadores.
E para culminar, o nosso anfitri+úo n+úo quis deixar os seus cr+¬ditos por m+úos alheias! +Ç nossa espera estavam umas incomparavelmente deliciosas chouri+ºas assadas e uns folhados de carne, servidos ainda no tabuleiro, que eram um verdadeiro hino +á gula. O que dizer mais? Talvez um, porque nunca +¬ demais, "obrigado David". Assim as for+ºas nos permitam, e a oportunidade surja, havemos de repetir.
|
| [2] jo+úo | 31-01-2004 |
Palavras para qu+¬?
|
| [1] Jo+úo | 14-01-2004 |
2004. Um novo ano come+ºou! Esperemos que seja, no m+¡nimo, t+úo prof+¡cuo como 2003. As actividades, pr+¦prias e outras, nacionais e transnacionais foram quase in+¦mer+íveis. A vontade de ir a todas foi quase irresist+¡vel, mas a disponibilidade n+úo chegou para tudo. A sensa+º+úo de que "aquela actividade" +¬ que era, persistiu em tomar o controle dos nossos sentimentos. Mas l+í nos contentamos com um "para o ano vou l+í"! Mas enquanto persistir essa sensa+º+úo, isso +¬ sinal indel+¬vel que a vontade de praticar BTT est+í l+í e que no m+¡nimo faremos tanto como no transacto. Assim seja.
Bom ano de 2004 para todos os companheiros de trilho e para toda a comunidade BTT.
|
Histórico:
2002 |
2003 |
2004 |
2005 |
2006 |
2007 |
2008 |
2009
|
|
 |